terça-feira, 28 de agosto de 2012

domingo, 26 de agosto de 2012

CERCO DE JERICÓ

O Cerco de Jericó consiste em uma semana incessante de batalha espiritual, com intensificação da oração pessoal e comunitária, missa diária, adoração ao Santíssimo, confissão, jejum, pregação da Palavra de Deus e o Terço de Nossa Senhora.

Por que “Cerco de Jericó”?
Um fato do Antigo Testamento nos mostra a conquista da cidade de Jericó pelos judeus, liderados por Josué (Js 6,1ss). Josué foi formado por Moisés, desde sua juventude, para substituí-lo. A Bíblia nos mostra que a mesma força que estava com Moisés, esteve também neste jovem, que ao assumir o encargo de dar continuidade na tomada de posse da terra prometida, recebeu a autoridade espiritual e o governo sobre as tribos de Israel.
Jericó era uma cidade fortificada e inacessível, com imensas muralhas ao redor. Na conquista de Jericó, encontramos o exército de Israel desanimado diante da imensa dificuldade de tomar aquela cidade. O desânimo já havia tomado conta de muitos que duvidavam da promessa de Deus. Esta promessa dizia que não seria pela força humana que aquela cidade seria conquistada, mas Deus mesmo é quem agiria.
O plano da vitória foi revelado por Deus, de um modo concreto e detalhado. Durante seis dias o povo deveria dar uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, sete voltas. Josué e todo Israel executaram fielmente as ordens recebidas. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram.
A exemplo de Josué, diante das muralhas de Jericó, devemos cercar nossos inimigos com orações e louvores e esperar que Deus mesmo haja em nosso favor. Para isto, precisamos ser perseverantes e persistentes até o fim.
Esse é o objetivo do Cerco de Jericó: derrubar as muralhas pela força da oração. Precisamos tomar consciência de que o Espírito Santo pela força da oração é capaz de derrubar, destruir e aniquilar as forças malignas. O terço de Nossa Senhora e o silêncio fecundo em frente ao Senhor Eucarístico, vão semeando a terra de nossa alma e também quebrando os alicerces das muralhas. Acreditamos que muitas curas e libertações acontecerão: portas que estavam fechadas se abrirão, crises conjugais e econômicas, doenças, e tantos outros problemas serão solucionados. Mas, o mais importante será o poder de Deus derramando o Espírito Santo sobre o povo, o Evangelho crescendo, sendo anunciado, sendo acolhido e transformando vidas.

JOSUÉ e a Conquista de Jericó
Josué 6, 1-27 
História adaptada:
          Os portões da cidade de Jericó estavam muito bem fechados, para não deixar que os israelitas entrassem. Ninguém podia entrar, nem sair da cidade. O SENHOR Deus disse a Josué: — Olhe! Eu estou entregando a você a cidade de Jericó, o seu rei e os seus corajosos soldados. Agora você e os soldados israelitas marcharão em volta da cidade uma vez por dia, durante seis dias. Na frente da arca da aliança, irão sete sacerdotes, cada um levando uma corneta de chifre de carneiro. No sétimo dia você e os seus soldados marcharão sete vezes em volta da cidade, e os sacerdotes tocarão as cornetas. Quando eles derem um toque longo, todo o povo gritará bem alto, e então a muralha da cidade cairá. Aí cada um avançará diretamente para a cidade. Josué chamou os sacerdotes e disse: — Carreguem a arca da aliança, e na frente fiquem sete sacerdotes levando cornetas. E disse ao povo: — Comecem a marchar em volta da cidade! E que os soldados marchem na frente da arca da aliança de Deus, o SENHOR! Aí Josué ordenou que os sacerdotes dessem uma volta ao redor da cidade, carregando a arca da aliança. Depois voltaram ao acampamento e passaram a noite lá. 
          No dia seguinte Josué se levantou de madrugada, e os sacerdotes carregaram a arca. Os sete sacerdotes que levavam as sete cornetas, iam na frente, tocando sem parar. Os soldados iam na frente deles, e um grupo de guardas seguia a arca. As cornetas não paravam de tocar. No segundo dia marcharam de novo uma vez em volta da cidade e voltaram ao acampamento. E fizeram isso durante seis dias. No sétimo dia levantaram-se de madrugada e marcharam em volta da cidade sete vezes no mesmo dia. Foi só nesse dia que deram sete voltas em redor da cidade. Na sétima volta, quando os sacerdotes acabaram de tocar as cornetas, Josué disse ao povo: — Gritem agora! O SENHOR Deus está entregando Jericó a vocês! Então os sacerdotes tocaram as cornetas. Logo que o povo ouviu este som, gritou com toda a força, e a muralha caiu. Aí todos subiram, entraram na cidade e a tomaram. Assim o SENHOR Deus esteve com Josué, e a fama de Josué se espalhou por todo o país.


SETEMBRO - MÊS DA BÍBLIA - ATIVIDADES







Resposta: Maria, Jonas, Adão, Jesus.
Pedro Conclui que aqueles que sofrem por amor da justiça podem suportar tais dificuldades, do mesmo modo que Jesus suportou seu sofrimento.Amai-vos uns aos outros.
Sugestão para encontro sobre a Bíblia!
Motivação
Você já recebeu uma carta ou um cartão, ou um e-mail?
A Bíblia também é uma carta: é a carta que Deus mandou para nós. Hoje veremos que a Bíblia é a Palavra de Deus escrita por muitos e para muitos. A palavra bíblia significa livros. Embora seja um volume só, a Bíblia contém muitos livros; é uma coleção de livros, uma verdadeira biblioteca. Você sabe que como ela foi escrita e quantos livros têm? Você tem uma Bíblia na sua casa? Geralmente, onde fica a Bíblia na sua casa? Quem a lê?

Preparando a leitura da Bíblia (2Tm 3,15-17)
Hoje vamos ler um trecho da carta que o apóstolo Paulo escreveu a um dos seus grandes amigos: Timóteo. É uma carta de amigo para amigo, mas que nos ensina muitas coisas. Timóteo tinha uma mãe que conhecia muito a Bíblia, já o pai dele bem dava atenção para a Palavra. Na carta, Paulo diz para Timóteo recordar que desde criança ele conhece a Bíblia, porque sua mãe lhe ensinou a amar a Palavra. São Paulo afirma, neste texto, por que a Escritura Sagrada (Bíblia) é importante para nós.

Os catequizandos com a Bíblia na mão, após uma leitura orante, deve fazer a reconstrução do texto
1- O que Paulo diz a Timóteo sobre a Bíblia?
2- Qual o poder da Bíblia?
3- Para que a Bíblia é útil?
4- Para que está preparada a pessoa que é de Deus?

Qual frase dessa leitura você destacaria?

Oração: Deus de ternura e misericórdia nos ajude a sermos pessoas sábias, capazes de compreender a luz das Escrituras o momento presente iluminando o passado e projetando o futuro alicerçado na comunidade. Por Cristo Nosso Senhor. Amém!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A Catequese:

A catequese é o sucesso de Jesus, o bem supremo da Igreja, a humanização e evangelização das pessoas, a real colaboração na renovação da sociedade. A catequese é o princípio da mãe Igreja, onde o Espírito Santo gera novos cristãos, como gerou Jesus no seio de Maria. 
Sendo a igreja Corpo de Cristo, a catequese é o seu sangue e vitalidade. Sem o ensino da fé, a igreja enfraquece. “A catequese é a alma da Igreja”.
A missão do catequista é transmitir a experiência de fé para que os catequizandos experimentem o fascínio do evangelho, descubram a beleza da comunidade e se dediquem na transformação da sociedade. 
É claro que os pais são os primeiros catequistas e a comunidade com sua vitalidade litúrgica, pastoral, profética, missionária é uma especial catequizadora, como também os grupos de reflexão. 
O catequista, é um eleito de Deus, que fala em nome da Igreja e ensina a boa doutrina. Tarefa nobre, com árduo trabalho, reconhecido aos olhos de Deus por todo o bem que realiza. São parte do coração da Igreja, porque veio do coração de Deus, para chegar ao coração do mundo. O catequista é aquele que anuncia, é apóstolo que ensina, é mártir que dá o testemunho. O catequista é como um artista que vai esculpindo Jesus Cristo nas pessoas, nas comunidades e na sociedade. 
Imagino o quanto alguns dos catequistas necessitam de apoio dos seus coordenadores, dos padres, dos pais, etc. 
O catequista constrói a sociedade que chamamos de comunhão e participação. Contigo, catequista, as nossas crianças antes da primeira comunhão, aprendem a comunhão com a família, a comunhão com a natureza, com as outras crianças, com os pobres e a comunhão consigo mesmas. Tu, catequista, revelas aos jovens o fascínio do evangelho, a pessoa de Jesus, a estrada do céu. Eles deixam a fascinação do pecado pelo encantamento do tesouro escondido que é o reino de Deus. É uma vocação ser educador da fé e ajudar as mulheres e homens a serem amigos de si mesmos, irmãos dos outros, filhos de Deus e construtores do reino de Deus. 
Pela sua importância, a catequese é um verdadeiro ministério. Somos todos convidados a olhar para o “catequista Jesus de Nazaré” e com Ele aprender a ser discípulos da Palavra de Deus. O Catequista, seguidor de Jesus, terá todos os dias a Bíblia na mão para fazer a leitura orante. Precisamos catequizar os nossos próprios corações, ou seja, primeiro falar “com Deus”, para depois falar “de Deus”.
Frases de Jesus Cristo:



Ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que Eu vos tenho ensinado.
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O olho é a lâmpada do corpo. Se teu olho é bom, todo o teu corpo se encherá de luz. Mas se ele é mau, todo teu corpo se encherá de escuridão. Se a luz que há em ti está apagada, imensa é a escuridão.
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Todos devem honrar o Filho, como honram o Pai: quem não honra o Filho, também não honra o Pai, que O enviou.
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Aquele que crê em mim nunca estará sozinho.
                                                                           
    

    

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Evangelho Lc 1,39-56 e Assunção de Nossa Senhora

Assunção de Nossa Senhora
                                    

A Assunção de Maria significa a glorificação da Mãe de Deus, acolhida no céu como nossa Mãe e Modelo no seguimento de Cristo. Nossa Senhora sempre acreditou na promessa do Senhor. Por isso, confiemos no Senhor e em sua promessa de vida para todos. Rezemos e meditemos hoje sobre a vocação à vida religiosa. Como Maria, os consagrados desejam dedicar-se inteiramente ao Senhor, no serviço aos irmãos e irmãs.

Evangelho Lc 1,39-56 - 19/agosto - Maria visita sua prima Isabel:
A cena mostra o encontro de duas mães agraciadas com o dom da fecundidade e da vida. Maria se torna assim, pioneira insuperável de evangelização, pois leva Jesus-Messias às pessoas. Maria é discípula fiel e solidária.
No ventre destas duas mães estão, Jesus e João Batista no primeiro encontro entre eles. João começa ali a sua missão de anunciar a vinda do Messias:
Ao ser saudada por Isabel, Maria entoa um cântico a Deus, o “Magnificat, ou canto de Maria”, que está entre o Antigo e o Novo Testamento, saindo do tempo de espera para o de realizações. Neste louvor Maria revela a alegria de ser considerada digna de dar a luz ao Salvador, e com humildade de serva abençoada por Deus, louva o Santo Nome do Senhor que veio libertar seu povo da opressão e do pecado defendendo os pobres e marginalizados das injustiças.
Através do louvor de Maria, se vê claramente que, diante de Deus, grande é aquele que se torna seu servo e não o que quer se tornar grande explorando e humilhando os outros. Maria era uma mulher simples, e esse louvor cheio de graça e beleza, só é possível porque ela não está cheia de si, mas está a serviço do Pai, cheia do amor de Deus, repleta do Espírito Santo.
O canto de Maria nos estimula a lutar pelo mundo novo já iniciado com a ressurreição de Jesus. Esse mundo novo vai se tornando realidade concreta quando somos cidadãos conscientes e responsáveis.




Assunção de Nossa Senhora


15 de Agosto

Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: "A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial."

Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se "Dormição", porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de "Assunção de Nossa Senhora ao Céu", isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.

Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.

É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.

Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado. Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

sábado, 11 de agosto de 2012

Dinâmicas para Catequese com Brincadeiras:

Boliche da Oração:
Vencendo dia a dia
Esta é uma sugestão simples e interessante para tratar do Tema O Poder da Oração.
Mas veja lá que não vire brincadeira!
A ideia é mostrar de uma forma lúdica, e prática como
usar este poder.
Orar sobre cada uma das dificuldades e ir vencendo um a um dos problemas.

Dica para as turminhas que conversam muito... vc diz : Virgem do Silêncio, e os catequizandos respondem com a oração Ave Maria. ..                                                                                                                                    
Dinâmica com os catequizandos: leva uma caixa  de presente com um buraco  para eles olharem o que tem dentro, e como é o mês de Maria vc pode por uma imagem de nossa senhora dentro e cada um olha mais não pode falar para o outro o que tem dentro, aí vcs descute com eles o que viram e o que é o dia com e sem Maria ou Jesus 
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Bingo Bíblico

Para fixar o que os catequizandos aprenderam sobre os livros da Bíblia, o catequista pode fazer um Bingo Bíblico.
- Preparar uma cartela para cada criança, deixando espaço para cada um colocar o nome de 9 livros da Bíblia. Em seguida o catequista inicia o bingo, sorteando o nome de livros da Bíblia. Aquele que preencher toda a cartela primeiro, ganha um prêmio.

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Dinâmica Comprimidos da Fé - Metáfora para reflexão 

Material:  1 jarra com água, 3 copos e 3 comprimidos efervescentes, daqueles que vem dentro de um envelope, pode ser sonrisal ou algum semelhante, o importante é que venha em uma embalagem.
Numero de participantes: Como se trata de uma atividade de catequese para reflexão não importa o número de participantes desde que todos possam ver a atividade e ouvir o coordenador.
Tempo estimado: 20 minutos
Como fazer:  O coordenador deve reunir os participantes e providenciar uma mesa sobre a qual colocará os copos e os comprimidos efervescentes, é importante que todos consigam ver a mesa, os copos e os comprimidos. Como é uma atividade reflexiva o coordenador pode iniciar lendo um trecho da bíblia ou alguma mensagem religiosa que fale sobre a fé, sobre viver a religiosidade como um verdadeiro cristão.
Feita a introdução o coordenador iniciará a demonstração, segue abaixo um texto demonstrativo, cada um pode fazer da maneira que achar mais conveniente.
Coordenador: Vejam todos, sobre essa mesa temos 1 jarra com água, 3 copos e 3 comprimidos efervescentes, prestem muita atenção pois vou utilizar uma linguagem metafórica para passar a vocês uma mensagem sobre fé e experiência religiosa.
O coordenador pega a jarra e coloca água nos 3 copos, não precisa encher. Logo em seguida pega os 3 comprimidos efervescentes e deixa eles de lado pois serão utilizados a seguir.
Coordenador: Agora peço que todos prestem atenção.
Pega o primeiro comprimido com embalagem fechada e coloca do lado do copo.
Pega o segundo comprimido com embalagem fechada e coloca dentro do segundo copo com água.
Por ultimo pega o terceiro comprimido efervescente, retira da embalagem e o coloca dentro da água o qual começará a efervescer soltando as tradicionais bolhas.
Coordenador: Após essa demonstração eu gostaria vocês fizessem uma reflexão sobre o que foi feito aqui e me expliquem com suas palavras o que puderam observar, o que entenderam, qual a relação dessa cena com a fé, com a vida religiosa.
O coordenador deve incentivar que todos participem e dêem sua opinião, seu ponto de vista sabendo contornar brincadeiras que eventualmente surgirão, não as evitando totalmente, mas trazendo o foco dos participantes para o objetivo da atividade proposta na catequese.
Conclusão: Após ouvir as respostas dos participantes o coordenador deverá concluir a atividade explicando o simbolismo, a mensagem que essa metáfora quis passar a todos.
O primeiro copo com o efervescente do lado de fora e dentro da embalagem representa aquela pessoa que não aceita a religião, que não participa de nenhum tipo de atividade, ela fica fora de tudo, deixa Deus de fora de sua vida.
O segundo copo com o efervescente ainda na embalagem e dentro da água representa aquela pessoa que tem uma vida religiosa, que aceita Deus, participa das atividades, no entanto é uma pessoa fechada as verdades da fé, que não se deixa tocar pelo espírito santo e se entrega de corpo e alma a viver o evangelho.
O terceiro copo representa aquela pessoa que se entrega, que participa da vida religiosa, se abre e se entrega de coração aberto a Deus, a seus desígnios e está pronta para ouvir sua palavra e experimentar e vivenciar o que realmente é a fé, essa é uma pessoa de fé, um cristão completo.
No final o coordenador pede que todos reflitam sobre isso, em qual exemplo sua vida se enquadra e o que pode ser feito para se tornar uma pessoa de fé, um cristão completo. Pode ser realizada uma série de atividades lúdicas, desenhos, um teatrinho onde cada participante vai representar a jarra, os copos, os comprimidos, onde cada um pode vivenciar e experimentar a realidade contida em cada copo, passando um a um até chegar naquele que irá efervescer, que irá se misturar com a água que simboliza Deus e se tornar um com ela. Também pode ser proposta uma redação.   
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 Mímica Divina, gestos também são palavras


Objetivo da atividade: Utilizar a linguagem corporal e a comunicação gestual para encenar algumas passagens bíblicas ou atos ecumênicos realizados durante a missa, os sacramentos, integrar os participantes, quebrar o gelo, promover o relacionamento interpessoal.
Número de participantes: 5 mínimo, 30 máximo.
Material: de 20 a 30 fotografias ou desenhos que representem alguma passagem bíblica, algum ato ecumênico, alguma coisa realizada durante a missa, algum sacramento, qualquer representação gráfica que passe a idéia ao participante para que através da mímica ele possa passar a mensagem para os demais descobrirem o que é.
Como fazer a brincadeira: Pode ser realizada de duas maneiras.
Primeira opção: O coordenador de posse das imagens as embaralha e escolhe 4 participantes, um deles irá escolher uma imagem todos, inclusive o coordenador irão encenar através de mímicas a mensagem que a imagem está passando para que os demais participantes possam opinar até que alguém descubra o que é. Deve se estipular um tempo de 1 minuto para cada imagem, se as pessoas não descobrem escolhe outra imagem e começa novamente a encenar, tem que ser bem rápido, bem dinâmico, mesmo quando descobrem antes de 1 minuto não deve parar, já se pega outra imagem e continua. Cada grupo de 4 ou 5 pessoas escolhidos pelo coordenador encenam 5 mímicas e por se tratar de uma mímica não vale falar, somente utilizar gestos.
Segunda opção: O coordenador escolhe 1 participante e pede que ele retire uma imagem e que a encene sozinho através de mímicas para que os participantes descubram o que é, o tempo é o mesmo, 1 minuto. Assim que alguém descobrir ou o tempo terminar é chamada uma nova pessoa e a brincadeira começa, assim por diante para que todos participem.
Conclusão: No final da atividade de catequese o coordenador deve explicar a importância da comunicação entre as pessoas para que cada um possa expressar aquilo que sente de forma clara e da mesma maneira tenham a perspicácia de entender através dos gestos ou atitudes dos amigos o que eles estão pensando, sentindo naquele momento. As vezes as pessoas não conseguem expressar seus sentimentos com palavras mas seus gestos e atitudes falam mais e podem ser interpretados por seus amigos que sabendo ler os sinais podem dar conselhos, uma palavra amiga.
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Algumas sugestões de perguntas e respostas: 
Pecado é... Desobediência a Deus;
Nome do pai adotivo de Jesus... José;
Cidade onde Jesus nasceu... Belém;
Quando pecamos ofendemos a ...Deus;
Nome da Mãe de Jesus... Maria;
Principal coisa que Jesus ensinou... Amar a Deus a ao próximo;
Desenho que simboliza o amor de Deus... Cruz;
Anjo que avisou Maria do nascimento de Jesus... Gabriel;
Pessoas que vieram do Oriente para visitar Jesus... Reis Magos;
Pessoa que Deus prometeu enviar ao mundo... Jesus Cristo;
Quantos anos Jesus tinha quando ficou no Templo... 12 anos;
Jesus é o .... do mundo.Salvador;
Cidade onde Jesus morou na infância... Nazaré da Galiléia;
Deus está sempre pronto para nos... Perdoar;
Mãe de João Batista... Isabel;
Pai de João Batista...Zacarias;
O grau de parentesco entre Isabel e Maria...primas;
Jesus nasceu numa ... manjedoura;
Quem batizou Jesus... João Batista;
O Espírito Santo desceu sobre Jesus na forma de...pomba;
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30 dinâmicas para grupos de jovens cristão
01. Meus sentimentos
Objetivo: apresentação e entrosamento
Material: papel, lápis de cor.
Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.
Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.

Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o.
O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.
Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.
Palavra de Deus: Fl. 1,3-11 SL 6.


02. Mancha ou ponto
Objetivo: oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida...
Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.
Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.
Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.
Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.
Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
Palavra de Deus: 1 Cor 3,1-4 Sl 51


03. Identificação Pessoal com a Natureza
Objetivos: Auto conhecimento e preces
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos para partilha.
3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece.
4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.
Palavra de Deus: Gn 1,1-25


04. Quem sou eu ???
Objetivo: Conhecimento Pessoal
Material: papel e caneta
Desenvolvimento:
1. Refletir individualmente:
- A vida merece ser vivida?
- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?
2. Escrever numa folha
- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
- Como atuo para chegar no que quero?
3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
4. Avaliação:
- Como cada um se sentiu ao se comunicar?
- E depois da dinâmica?
Palavra de Deus: Gn 1,26-31  Sl 139




05. O outro Lado
Objetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade.
Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).
O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.
A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais eficiente.
Repete-se a ordem várias vezes.
O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio.
NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando a passagem. Ele considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.
Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:
- Como cada um se sentiu?
- Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?
- Quem ais correu ou empurrou?
- De que forma as lideranças foram se manifestando???
- Houve desistência no meio do caminho?
- Surgiram animadores???
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,12-27 Sl 133


06. Espelho
Objetivo: Partilha dos sentimentos.
Desenvolvimento: O ambiente deve ser silencioso.
Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante, aquém gostaria da atenção em todos os momentos, alguém que se ama de verdade, que merece todo cuidado.
Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos eu os tornam tão amada.
(Deixar tempo para interiorização).
Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado.
Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa, olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. Depois se faz a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um.
Palavra de Deus: Lc 12.1-3  Sl 131


07. Números
Objetivos: Conhecimentos Pessoais.
Material: Cartões com números diferentes.
Desenvolvimento: Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém.
Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual e não acha.
Comentam-se as conclusões tiradas (Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro).
Palavra de Deus: Lc 15.3-7 Sl 8.


08. Construção de uma cidade
Objetivos: reflexão sobre a realidade.
Material: Fichas com nomes de profissões.
Desenvolvimento: Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarna-la.
Por um instante analisar a importância daquela profissão. Depois da interiorização deve dizer. Vamos viajar porque aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar).
Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas.
O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas.
Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico.
Palavra de Deus: Mt 7,26-27 Sl 127


09. Sensações de vida ou morte
Objetivo: analisar a pratica e revisão de vida.
Material: duas velas uma nova e outra velha.
Desenvolvimento: grupo em círculo e ambiente escuro.
Eu..., tenho apenas cinco minutos de vida. Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer...(a vela gasta, acesa, vai passando de mão em mão).
Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. Ilumina-se o ambiente. A vela passa de mão em mão e cada um completa a frase: Eu..., tenho a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é ...
Analisar a dinâmica e os sentimentos.
Palavra de Deus: Mt 6,19-24 Sl 1.


10. Perfume – Rosa e bomba.
Objetivo: celebração penitencial e compromisso.
Material: não há material, usar a imaginação.
Desenvolvimento: o grupo deve estar em círculo.
Colocados imaginariamente sobre a mesa. Estão o perfume, a rosa e a bomba.
Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume, faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado. Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba.
Palavra de Deus: Mt 7, 7-12 Sl 101


11. Valores
Objetivo: reconhecer os valores e qualidades.
Material: Cartões com valores escritos.
Desenvolvimentos: cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua.
Deixar um momento para a reflexão pessoal.
Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor.
Só no final da dinâmica, alguns guardam para si, outros souberam recomeçar este valor em outra pessoa, outros até duvidam o cartão com quem tem o mesmo valor.
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,4-11 Lc 1, 46-55.


12. Valores II
Objetivo: ressaltar o positivo do grupo.
Material: folhas, canetas e alfinetes.
Desenvolvimento: cada participante recebe uma folha em branco. Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades, anotam na folha colocando o seu nome.
Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram.
Palavra de Deus: Ef 4, 1-16 Sl 111


13. Dinâmica de apresentação
Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.
Desenvolvimento:
Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.
O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.
Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.
Palavra de Deus: Ap. 2,17 Sl 139


14. A maleta
Objetivo: conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares, não estimulando o compromisso solidário.
Material: uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis sem ponta, duas folhas de papel em branco, dois apontadores iguais.
Desenvolvimento: forma-se duas equipes.
A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta.
A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.
O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte: ambas deverão escrever Eu tenho Pão e Trabalho.
A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador.
A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.
Palavra de Deus: 2 Cor 9, 6-9 Sl 146




15. O Helicóptero
Objetivo: apresentação e entrosamento.
Desenvolvimento: (duração 40 minutos).
Faz-se um círculo com os participantes da reunião.
O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-se o passeio. Todos devem fazer gestos com os braços, como se estivessem remando.
O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos podem passear por ela, à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro).
O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Por isso, virá um helicóptero para resgatar o grupo. Porém ele não comporta todos de uma vez. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações.
a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco pessoas.
b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas, e estas devem ser estranhas umas das outras.
c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. Só levará tr6es pessoas e devem ser de comunidades diferentes. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar.
d) O helicóptero esta aí novamente. Vai levar quatro pessoas, devido o perigo de afogamento. Mas continua a exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.
e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o combustível. Temos que sair de barco. Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda.
f) Anuncia que todos foram salvos.
NOTA: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo.
Sugestões para as questões
a) Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo e o significado do mesmo. Nome da comunidade ou atua, mora. Qual o eu ideal?
b) Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado?
c) Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua paróquia?
d) Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque?
e) Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenha conversado ainda.
Palavra de Deus: Jo 13, 34-35 Sl 133


16. Camisetas
Objetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade.
Material: Alfinetes ou fita adesiva, pincéis ou canetas, folhas de jornal e tesoura.
Desenvolvimento: Cada participante pega uma meia folha de jornal, rasga ou corta as pontas de cima no formato de camiseta.
Escreva na camiseta de jornal. O seu nome, que trabalho faz. Onde trabalha, se gosta ou não do trabalho. Pode dar as seguintes orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador.
Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou.


17. A Bala
Objetivo: Despertar a importância do outro.
Despertar a solidariedade.
Perceber o nosso individualismo.
Descobrir soluções em conjunto com outras pessoas.
Material: Algumas balas. Dois cabos de vassoura ou varas. Barbantes.
Desenvolvimento: pede-se dois voluntários para abrir os braços. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara, para não dobrar.
Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados.
Analisar a dinâmica:
Como se sentiram?
O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente?
Por que os dois agiram assim?
Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?
O que acharam da dinâmica?
Pode confrontar com a Palavra de Deus?
Palavra de Deus: AT.4, 32-37 Sl. 15


18. Árvore da Vida e Árvore da Morte
Objetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro, na comunidade, na família, no grupo de jovens.
Material: um galho de árvore seco, um galho de árvore verde, caneta ou pincel e pedaços de papel.
Desenvolvimento: em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro, na família, no grupo de jovens... Depois, diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo o que escreveram e penduraram na árvore.
No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão.
Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir:
Iluminados pela prática de Jesus, o que fazer para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações de morte de nosso bairro etc.
Fazer a leitura de João 15,1-8. Depois cada participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma prece de perdão e queima, em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e desafio.
Palavra de Deus: Jo. 15, 1-8. Sl 1.


19. Virar pelo avesso
Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização
Desenvolvimento:
1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.
2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma.
3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.
4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.
5° Passo: Analisar a dinâmica:
O que viam? Como se sentiram?
Foi fácil encontrar a saída? Porquê?
Alguém desanimou? Porquê?
O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?
Nossa sociedade precisa ser transformada?
O que nós podemos fazer?
Palavra de Deus: Ex 18, 13-27 Sl 114


20. Abre o olho
Participantes: 2 pessoas.
Tempo estimado: 20 minutos.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cassetete.
Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência.
Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?
Palavra de Deus: Mc 10, 46-52 Lc 24, 13-34.


21. Afeto
Participantes: 7 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Um bichinho de pelúcia.
Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos
formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.


22. Apoio
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em um pé só, onde deveram dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar uma rodadinha, uma abaixada e etc.
Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. Porque ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo do nosso lado?


23. Apresentação
Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas.
Tempo: 45 minutos.
Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo, e se pretende fazer apresentação a dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica.


24. Artista
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Lápis e papel.
Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma:
- Casa
- Nessa casa coloque janelas e portas.
- Ao lado da casa desenhe uma arvore.
- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.
- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.
- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:
- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.
Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um.
Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.

25. As cores
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado:
 25 minutos.
Material:
 Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício.
Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.
Descrição:
 Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.
O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois as cinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma parede da sala.
O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. O coordenador deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata perto da parede que tenha a sua cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.
E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.
Recomendação:
 Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los.
Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos.

26. Aulinha
Participantes: 25 a 30 pessoas
Tempo:
 35 minutos
Material:
 o mesmo numero de temas para o de participantes do grupo
Descrição:
 a AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, é inibido e prolixo. Para isso o coordenador:
- Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durante dois ou três minutos;
- O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicada ao grupo no final do exercício;
- A AULINHA permite diversas variações, tais como:
A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público, poderá utilizar somente um tema, ou então vários temas, mas com uma introdução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um texto para ser lido
B) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais. A seguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar sua AULINHA, escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.


27. A vela e o barbante
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo.
Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do círculo, numa mesa, coloca-se a Bíblia, junto com uma vela acesa. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa o barbante em volta de sua vela, acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, também acendendo-a, e assim sucessivamente. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a passagem do Evangelho de João, capítulo 8, versículo 12 - "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida". Ao final, todos partilham o sentido da dinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.


28. A vela e copo
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Uma vela, fósforos e um copo de vidro transparente.
Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar que se queime por alguns segundos.
Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.
Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.


29. Castigo
Material: Pedaços de papel e caneta.
Desenvolvimento:
 Distribui-se um pedaço de papel para cada um.
Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo a ela.
Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo e o nome de quem vai realizar o castigo.
Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica:
Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo.
Obs: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo.
Mensagem:
 O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.

30. Chocolate

Material: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.
Desenvolvimento:
 O animador divide o grupo em duas turmas. Com a primeira turma ele passa a instrução de que eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turma saiba).
A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva. Deve ficar bem fechado para que eles não peguem o chocolate com a mão.
Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca, e se conseguir pode comer o chocolate.
A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma, ou seja, existirá uma pessoa da primeira turma para cada pessoa da segunda turma.
Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos, cada um deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca.
Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém.